Mujeres sentenciadas por tráfico de drogas en Goiânia, Brasil
un análisis criminológico y de género
Palabras clave:
Mujeres encarceladas, Patriarcado, Estigmas de género y razaResumen
El presente artículo tiene como objetivo mostrar cómo la ideología del patriarcado, fundada en las relaciones de poder hegemónicamente masculinas, contribuye al crecimiento de la población de mujeres encarceladas, a partir del análisis de estereotipos de género presentes en las sentencias penales condenatorias de mujeres presas en el Centro de Inserción Social Consuelo Nasser, en la capital de Goiás, estado situado en el Centro-Oeste de Brasil. El soporte teórico fue la epistemología feminista, en una perspectiva interseccional, con enfoque en la teoría de la criminología feminista. La metodología estuvo compuesta por un análisis documental, análisis de indicadores sociales y económicos e investigación bibliográfica.
Descargas
Citas
ANDRADE. Vera Regina Pereira de. 2007.A soberania patriarcal: o sistema de justiça criminal no tratamento da violência sexual contra a mulher. Revista de Direito Público, n. 17, p. 52-75, jul./ago./set.
ANGOTTI, Bruna. 2018. Entre as leis da ciência, do Estado e de Deus: o surgimento dos presídios femininos no Brasil. Comentários de José Daniel Cesano. 2. ed. rev. San Miguel de Tucumán: Universidad Nacional de Tucumán; Instituto de Investigaciones Históricas Leoni Pinto.
BENEDITO, Deise. 2019. Da pena a pena. Racismo prisão tortura encarceramento – ofícios da resistência. In: FACALDE, Ires Aparecida et al (Org.). Privação de liberdade: a dinâmica prática por entres muros e grades. Curitiba: Editora Appris. p. 19-63.
BORGES, Juliana. 2019. Encarceramento em massa. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen. (Coleção Feminismos Plurais).
BIROLI, Flávia. & MIGUEL, Luis Felipe. 2014. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo.
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 347/DF. Relator: Min. Marco Aurélio Mello. Brasília (DF), 19 dez. 2016. Disponível em: http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADPF&documento=&s1=347&numProcesso=347. Acesso em: 20. set. 2021
BRASIL. Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias INFOPEN Mulheres. 2. ed. Brasília: Ministério da Justiça e Segurança Pública; Departamento Penitenciário Nacional, 2017. Disponível em: https://www.conectas.org/wp/wp-content/uploads/2018/05/infopenmulheres_arte_07-03-18-1.pdf. Acesso em: 1 dez. 2020.
CHAUI, Marilena. Participando do debate sobre mulher e violência. In: CARDOSO, R.; CHAUI, M; PAOLI, M. C. (Org.). Perspectivas antropológicas da mulher, n. 4. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1985. p.25-62.
DAVIS, Angela. 2019. A democracia da abolição: para além do império das prisões e da tortura. Tradução Artur Neves Teixeira. 3. ed. Rio de Janeiro: Difel.
DAVIS, Angela. 2018. Estarão as prisões obsoletas? 2. ed. Rio de Janeiro: Difel.
DAVIS, Angela . 2011. As mulheres negras na construção de uma nova utopia. Geledés, 12. set. Disponível em: https://www.geledes.org.br/as-mulheres-negras-na-construcao-de-uma-nova-utopia-angela-davis/. Acesso: 28 nov.2020.
ENGELS. Friedrich. 2020. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. Tradução Leandro Konder e Aparecida Maria Abranches. 6. ed. Rio de Janeiro, BestBolso.
FOUCAULT, Michel. 2015. A sociedade punitiva: curso no Collège de France (1972-1973). Tradução Ivone C. Benedetti. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes.
GOFFMAN, Erving. 1999. Manicômios, prisões e conventos. São Paulo: Perspectiva.
GOFFMAN, Erving. 2008. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Tradução Marcia Bandeira de Mello Leite Nunes. Rio de Janeiro: LTC.
MENDES, Soraia da Rosa. 2017. Criminologia feminista: novos paradigmas, 2. ed. São Paulo: Saraiva.
MENDES, Soraia da Rosa. 2020. Processo penal feminista. São Paulo: Atlas.
MUNANGA, Kabengele. 2020. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 5. ed. rev. amp. Belo Horizonte: Autêntica.
NASCIMENTO, Elisa Larkin. 2014. Abdias do Nascimento. Brasília: Senado Federal. (Col. Grandes Vultos que Honraram o Senado).
SAFFIOTI, Heleieth. I. B. 2001. Contribuições feministas para o estudo da violência de gênero. Cadernos Pagu.
SAFFIOTI, Heleieth. 2015. Gênero, patriarcado e violência. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular: Fundação Perseu Abramo.
SANTOS, Michelle Karen (Org.). 2020. Criminologia feminista no Brasil: diálogos com Soraia Mendes. São Paulo: Blimunda Estudio Editorial.
SCOTT, Joan W. 1990. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, v. 20, n. 2, Porto Alegre.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Maurides Macedo, Ynaê Yanomami Alves, Edwiges Conceição Carvalho de Corrêa

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los autores/as que publiquen en esta revista aceptan las siguientes condiciones:
a. Los autores/as conservarán sus derechos de autor y garantizarán a la revista el derecho de primera publicación de su obra, el cual estará simultáneamente sujeto a la Licencia Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0 Internacional. que permite a terceros compartir la obra siempre que se indique su autor y su primera publicación esta revista.
b. Los autores/as pueden realizar otros acuerdos contractuales independientes y adicionales para la distribución no exclusiva de la versión del artículo publicado en esta revista (p. ej., incluirlo en un repositorio institucional o publicarlo en un libro) siempre que indiquen claramente que el trabajo se publicó por primera vez en esta revista.
c. Se permite y recomienda a los autores/as a publicar su trabajo en Internet (por ejemplo en páginas institucionales o personales) posterior al proceso de revisión y publicación, ya que puede conducir a intercambios productivos y a una mayor y más rápida difusión del trabajo publicado (Véase El efecto del acceso abierto).